quinta-feira, 2 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Mata Ciliar: UTI para animais silvestres!
ONGs - São Paulo, SP
320
kicks
R$18.022,00
12%
Arrecadados da meta de R$150.000,00
32dias restantes
Campanha flexível
Esta campanha irá receber todas contribuições em 02/08/2015.
Recompensas
- R$10,00Você ajuda a comprar 10 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital.66 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$30,00Você ajuda a comprar 30 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook.95 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$50,00Você ajuda a comprar 50 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook.49 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$100,00Você ajuda a comprar 100 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook.22 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$150,00Você ajuda a comprar 150 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook.11 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$300,00Você ajuda a comprar 300 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook + visita guiada + boné da Mata. (Transporte não incluso.)7 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$500,00Você ajuda a comprar 500 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook + visita guiada + camiseta da Mata. (Transporte não incluso.)2 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015
- R$1.000,00Você ajuda a comprar 1.000 tijolos para construir a UTIReceba: Certificado Digital + Agradecimento no Facebook + visita guiada + kit (camiseta, boné e caneca). (Transporte não incluso.)2 pessoas kickaram.Entrega estimada em 30/09/2015

Você sabe o que acontece quando um animal silvestre é ferido, atropelado ou fica doente? Infelizmente, não há um local completamente equipado para que eles possam ser cuidados e reabilitados. O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres - CRAS, mantido pela Associação Mata Ciliar, já recebeu perto de 14.000 animais silvestres desde sua criação em 1998. Destes, conseguimos reabilitar e retornar ao habitat natural cerca de 40%, outros 40% vieram a óbito pelo estado lastimável que chegaram e 20% permanecem em cativeiro. Por isso contamos com seu apoio para mudar esta situação!
Por causa da urbanização realizada sem planejamento, é crescente o número de animais que chegam em estado cada vez mais crítico, vítimas de atropelamentos, choques elétricos, ferimentos por linhas de pipa e doenças infecciosas típicas de animais domésticos. Para mudar esta triste realidade, queremos implantar uma UTI - Unidade de Terapia Intensiva - que nos possibilitará ser mais eficientes no atendimento e, possivelmente, vai mudar estes índices que estão muito aquém do que desejamos.
Os animais silvestres precisam voltar a ser livres, a fazer parte da natureza... pela nossa própria sobrevivência!




Participar é muito, muito fácil. São dois passos:
- Escolha o valor da sua contribuição e sua recompensa ao lado
- Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25).

O CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) recebe um grande número de animais todos os dias, vítimas de atropelamentos, choques elétricos, acidentes com linhas de pipas, queimaduras e etc. Por conta disso, são feitos muitos atendimentos emergenciais e posteriormente, esses animais precisam de cuidados intensivos e a Mata Ciliar, infelizmente não possui um local adequado para monitoramento desses animais, em tempo integral (dia e noite).
Não possuindo estes espaços, os animais acabam ficando dentro da clínica ou locais improvisados, o que causa um estresse muito grande para eles. A unidade de terapia intensiva é um projeto de grande importância para a ONG, pois trará uma melhoria no atendimento desses animais e aperfeiçoará o trabalho de toda equipe. Além disso, eles conseguirão ajudar e atender muitos outros animais.
O objetivo do nosso projeto é construir uma sala adequada com todos os dispositivos e cuidados de monitoramento intensivo (noite e dia). Primeiramente, vamos construir um espaço (sala de 4m x 6m X 3m), junto ao Centro Jaguaretê, que deverá conter uma parede com janela de vidro, permitindo que os animais sejam vistos e acompanhados o tempo todo, mas, ao mesmo tempo, isolando-os do barulho e estresse. Além disso, para complementar a infra estrutura que eles já possuem, precisamos de 2 jaulas de inox (material que evita a contaminação), oxigênio e outros equipamentos.
Descrição da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para animais silvestres: Sala de 4m x 6m X 3m, será construída contígua à sala de preparação dos animais para cirurgia no Centro Jaguaretê. Necessidades: Material de construção + Mão de obra + Equipamentos complementares para UTI = Custo total R$ 150.000,00
Lista de Equipamentos necessários para montar a UTI:
- Mesa cirúrgica
- Mesa auxiliar de alumínio com rodas,
- Armário de alumínio e vidro para medicação
- Frigobar (Para armazenamento de material biológico)
- Carrinho de emergência com rodas
- Aparelho de anestesia inalatória com ventilação controlada
- Cilindro de Oxigênio
- Monitor multiparametros
- Doppler
- Termômetro digital
- Estetoscópio
- Glicosímetro
- Oxímetro
- Ar condicionado
- Ultrassom para exame fast de urgência
- Desfibrilador
- Sondas de todos os tamanhos
- Ambú
- Aparelho de gasometria
- Fitas de urinálise
- 2 UTA
- Lactímetro
- Aquecedor
- Colchão térmico
- termômetro de ambiente
- mascaras
- Aquecedor de fluído
- Máscara laríngea
- Laringoscópio
- Aspirador de cavidades
- Foco de luz
Nossos animais silvestres precisam de uma UTI para que possam ser tratados com mais dignidade e libertados de volta à natureza!


O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres mantido pela Associação Mata Ciliar surgiu através de uma parceria com a Escola Técnica Benedito Storani para atender a um programa de educação ambiental, produção de árvores nativas e reflorestamento junto a Serra do Japi, considerada Reserva da Biosfera e parte do Cinturão verde da cidade de São Paulo.
Já conhecíamos também a demanda dos animais silvestres provenientes da região não terem para onde ir quando acidentados. Na falta de um local apropriado, muitos tinham ficavam em centros de zoonoses ou abrigos destinados à animais domésticos, o que impossibilitava o seu retorno ao ambiente natural. Dada a esta demanda e a experiência que a Mata Ciliar já tinha no atendimento aos animais silvestres, as atividades do CRAS iniciaram-se juntamente com os outros programas citados anteriormente.
Toda contribuição é importante para que possamos construir nossa UTI para atender animais silvestres!

A hora é agora! Contribua com
Mata Ciliar: UTI para animais silvestres!
domingo, 19 de abril de 2015
sábado, 22 de novembro de 2014
Aff...
QUE VERGONHA ! Acabei de ler uma entrevista de uma endocrinologista
dizendo que os benefícios da água alcalina são uma falácia porque o
estômago tem que estar ácido e beber
água alcalina prejudica a digestão e que o organismo tem um mecanismo
que regula o pH, independentemente do que você beba ou coma. Essa débil
mental não sabe que o custo de minerais é altíssimo para se manter um pH
saudável quando se tem alimentação acidificante ? Ela não sabe que a
acidez de que o estômago necessita é "fabricada" pelo próprio estômago
com a água e os minerais que ingerimos ? Só falta uma idiota dessa dizer
que o limão, do ponto de vista ácido-alcalino seria classificado como
ácido !
Será que ela
saberia me explicar por que nunca mais tive azia e por que nunca mais
usei remédio para descongestionar o ouvido, que segundo o otorrino, era
um mal inevitável ? Será que ela saberia me explicar por que minha
garganta ficava irritada pelo menos duas vezes por mês e agora não fica
mais ??? É MAIS UMA IMBECIL QUE SÓ TEM UM DIPLOMA, FAZ O QUE TODO MUNDO
FAZ, OUVIU UM MONTE DE MERDA NA SALA DE AULA, EM CONGRESSOS E SAI POR AÍ
REPETINDO!!!
PIOR É QUE PARA O POVO, "A VOZ DO MÉDICO É A VOZ DE DEUS", se o médico falar: "comam bosta", todo mundo obedece!
PIOR É QUE PARA O POVO, "A VOZ DO MÉDICO É A VOZ DE DEUS", se o médico falar: "comam bosta", todo mundo obedece!
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Brasileiros criam membrana que pode filtrar água do mar
Nanofiltração a baixo custo para água do mar. Pode filtrar até urina e chorume.
Feita por brasileiros.
Feita por brasileiros.
Um
filtro capaz de separar o sal da água do mar foi desenvolvido por
pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
Leia mais: http://goo.gl/KWqM1x
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
Leia mais: http://goo.gl/KWqM1x
Brasileiros criam membrana que pode filtrar água do mar
14 de Julho de 2014 • Atualizado às 14h03
Um filtro capaz de separar o sal da água do mar foi desenvolvido por
pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
“Para fazer os poros, incluímos uma classe de moléculas conhecida como ‘cavitandos’ na matriz do polímero. Esses cavitandos são estruturas com uma cavidade central que permitem o trânsito de moléculas pequenas como a água por seus lúmens. Na filtragem da água do mar, o sal fica retido nessas estruturas”, explica o professor Gregóire Jean-François Demets, professor do Departamento de Química da FFCLRP.
A membrana pode ser fabricada com três tipos de polímeros: o Poliuretano (PU), Policloreto de Vinila (PVC) ou Fluoreto de Polivinilideo (PVDF), plásticos com características mais flexíveis. A filtragem da água do mar por meio desse sistema é simples e barata, pois não requer uma troca de fase para remover a água, nem obriga o processo a ter um equipamento auxiliar como aquecedores, evaporadores ou condensadores.
Além da dessalinização, o material tem outras aplicações, como separadores para baterias, purificação de gases ou curativo para queimados. O professor Demets ressalta que, apesar de não terem sido realizados testes para o cuidado da pele queimada, sabe-se do potencial da membrana para esse uso. “Ela garante a troca gasosa no processo de regeneração, impede a entrada de bactérias e fungos e a perda de grandes quantidades de água, comum em pessoas com grandes queimaduras”.
Além do baixo custo, as membranas semipermeáveis são laváveis, recicláveis, resistentes a produtos químicos e possuem flexibilidade.
O processo de patente da tecnologia já foi realizado pela Agência USP de Inovação e agora está disponível para licenciamento ou parceria com a USP para desenvolvimento industrial e comercialização.
Para ver a matéria completa, clique aqui.
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
“Para fazer os poros, incluímos uma classe de moléculas conhecida como ‘cavitandos’ na matriz do polímero. Esses cavitandos são estruturas com uma cavidade central que permitem o trânsito de moléculas pequenas como a água por seus lúmens. Na filtragem da água do mar, o sal fica retido nessas estruturas”, explica o professor Gregóire Jean-François Demets, professor do Departamento de Química da FFCLRP.
A membrana pode ser fabricada com três tipos de polímeros: o Poliuretano (PU), Policloreto de Vinila (PVC) ou Fluoreto de Polivinilideo (PVDF), plásticos com características mais flexíveis. A filtragem da água do mar por meio desse sistema é simples e barata, pois não requer uma troca de fase para remover a água, nem obriga o processo a ter um equipamento auxiliar como aquecedores, evaporadores ou condensadores.
Além da dessalinização, o material tem outras aplicações, como separadores para baterias, purificação de gases ou curativo para queimados. O professor Demets ressalta que, apesar de não terem sido realizados testes para o cuidado da pele queimada, sabe-se do potencial da membrana para esse uso. “Ela garante a troca gasosa no processo de regeneração, impede a entrada de bactérias e fungos e a perda de grandes quantidades de água, comum em pessoas com grandes queimaduras”.
Além do baixo custo, as membranas semipermeáveis são laváveis, recicláveis, resistentes a produtos químicos e possuem flexibilidade.
O processo de patente da tecnologia já foi realizado pela Agência USP de Inovação e agora está disponível para licenciamento ou parceria com a USP para desenvolvimento industrial e comercialização.
Para ver a matéria completa, clique aqui.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
PROJETO JAGUARA FARÁ REINSERÇÕES DE ANIMAIS SILVESTRES EM MATA ATLÂNTICA AO SER IMPLANTADO
Zoológico tem 422 animais já prontos para serem soltos, mas falta lugar
.
O zoo de Salvador tem mais de 400
animais que já poderiam voltar para a natureza, mas, por falta de
estudos, continuam enjaulados.
Por Thais Borges
Macaco-prego-do-peito-amarelo: pronto para ser solto, mas sem aonde ir (Foto: Marina Silva)O
macaco da foto ao lado não tem nome. Ele vive em grupo, consegue
encontrar sua própria comida (e até quebrar as frutinhas que encontra
para colocar na boca) e provavelmente desconfiaria de um galho que tem
um movimento estranho - pode ser uma cobra, afinal de contas.
Ele é o bicho perfeito para viver na mata. Mas ele mora no Zoológico de Salvador, em Ondina.
Como o macaco sem nome (que, aqui, vamos chamar pela espécie, macaco-prego-do-peito-amarelo), outros 421 animais estão no zoo, esperando para ser soltos. Eles estão lá, prontos para ir embora (provavelmente, felizes). Só não têm para onde ir.
Atualmente, o zoológico tem quase 1,6 mil animais - mas desde 2008, 422 bichos poderiam estar livres, na natureza. No entanto, faltam lugares que possam recebê-los, segundo o coordenador do parque, Gerson Norberto.
“O problema nem é encontrar as áreas, mas fazer um estudo. É preciso avaliar (nas áreas que receberão os animais) a capacidade de suporte, que é saber a quantidade estimada de presas disponíveis, de árvores frutíferas... Isso não pode ser feito só com uma visita”. E mesmo depois da soltura, o processo não é fácil: tem animais que precisam ser acompanhados por até três anos.
“Não é só abrir uma caixa”, pondera. Resultado: tem tartarugas, araras, macacos, lobo-guará e até jacaré vendo a vida passar, lá no zoo. “Esse número não é fixo, claro. Ao longo dos anos, já foi maior e já foi menor, mas sempre foi algo em torno disso, desde que começamos a fazer a triagem”.

Nova ordem
Esse levantamento está sendo realizado desde que o zoológico começou com uma nova filosofia, para preservar a fauna brasileira, segundo o coordenador do parque. Agora, as coisas são um pouco diferentes do que já foram um dia: a ideia é que os bichos não permaneçam no zoológico só para serem expostos numa vitrine.
“Por isso, nosso plano é focar em espécies brasileiras, para que elas sejam preparadas, tanto em seu estado fisiológico quanto comportamental e nutricional, para ser encaminhadas para a soltura”. Para o animal ser considerado “pronto”, tem que se comportar exatamente como suas espécies se comportam na natureza.

“O animal precisa ser bicho, literalmente. Um papagaio criado por uma família por 30 anos, por exemplo, cresceu aprendendo a comer biscoito com café. Se ele fosse voltar para a mata, precisaria de um treinamento para aprender a abrir uma goiaba e a empoleirar para dormir”.
É por isso que o macaco sem nome é o bicho perfeito. Como ele, hoje, outros 15 de sua espécie estão só aguardando pela tal liberdade. E isso que os primatas são os mais difíceis de se readaptar à natureza já que, segundo Norberto, eles têm sentimentos. Vem daí a história de não chamá-los por nome. “Falamos sempre aos tratadores para evitar, porque atrapalha o treinamento”.
Locais
Os macacos têm grandes chances de ser os primeiros a sair do zoo - provavelmente, vão para o sul do estado, mas ainda não há previsão, nem certeza. Tudo justamente porque, segundo Norberto, existem poucas iniciativas de estudo de áreas para soltura.

O que, para ele, isso não cabe ao zoo. “Estamos iniciando uma conversa com universidades, para que atentem para esse tipo de pesquisa e publiquem resultados”. Atualmente, um grupo da Escola de Medicina Veterinária da Ufba mantém, desde 2012, um projeto de soltura de araras aratingas - mas nenhum representante do programa foi localizado.
Porém, os animais vieram do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Enquanto isso, nenhum animal do Zoológico de Salvador já conseguiu seu passe livre. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que gerencia o zoo, também não tem projetos na área. “Por missão, teria que ter, mas estamos engatinhando para ter a estrutura adequada para estar aqui e ainda ter efetivo no campo”, explica Gerson Norberto.
Já o Ibama consegue devolver a maioria dos bichos. “Mas não temos uma equipe grande para estudos detalhados”, diz o coordenador do Cetas de Salvador, Joviano Cordeiro. Na maior parte dos casos, os bichos soltos são aves apreendidas em operações contra o tráfico.
Em setembro, o órgão deve soltar um tamanduá que vem sendo acompanhado desde o ano passado. Em 2013, 5 mil dos 6,7 mil bichos do Cetas foram libertados.
Fonte: Correio 24hs
Por Thais Borges
Ele é o bicho perfeito para viver na mata. Mas ele mora no Zoológico de Salvador, em Ondina.
Como o macaco sem nome (que, aqui, vamos chamar pela espécie, macaco-prego-do-peito-amarelo), outros 421 animais estão no zoo, esperando para ser soltos. Eles estão lá, prontos para ir embora (provavelmente, felizes). Só não têm para onde ir.
Atualmente, o zoológico tem quase 1,6 mil animais - mas desde 2008, 422 bichos poderiam estar livres, na natureza. No entanto, faltam lugares que possam recebê-los, segundo o coordenador do parque, Gerson Norberto.
“O problema nem é encontrar as áreas, mas fazer um estudo. É preciso avaliar (nas áreas que receberão os animais) a capacidade de suporte, que é saber a quantidade estimada de presas disponíveis, de árvores frutíferas... Isso não pode ser feito só com uma visita”. E mesmo depois da soltura, o processo não é fácil: tem animais que precisam ser acompanhados por até três anos.
“Não é só abrir uma caixa”, pondera. Resultado: tem tartarugas, araras, macacos, lobo-guará e até jacaré vendo a vida passar, lá no zoo. “Esse número não é fixo, claro. Ao longo dos anos, já foi maior e já foi menor, mas sempre foi algo em torno disso, desde que começamos a fazer a triagem”.
Nova ordem
Esse levantamento está sendo realizado desde que o zoológico começou com uma nova filosofia, para preservar a fauna brasileira, segundo o coordenador do parque. Agora, as coisas são um pouco diferentes do que já foram um dia: a ideia é que os bichos não permaneçam no zoológico só para serem expostos numa vitrine.
“Por isso, nosso plano é focar em espécies brasileiras, para que elas sejam preparadas, tanto em seu estado fisiológico quanto comportamental e nutricional, para ser encaminhadas para a soltura”. Para o animal ser considerado “pronto”, tem que se comportar exatamente como suas espécies se comportam na natureza.
“O animal precisa ser bicho, literalmente. Um papagaio criado por uma família por 30 anos, por exemplo, cresceu aprendendo a comer biscoito com café. Se ele fosse voltar para a mata, precisaria de um treinamento para aprender a abrir uma goiaba e a empoleirar para dormir”.
É por isso que o macaco sem nome é o bicho perfeito. Como ele, hoje, outros 15 de sua espécie estão só aguardando pela tal liberdade. E isso que os primatas são os mais difíceis de se readaptar à natureza já que, segundo Norberto, eles têm sentimentos. Vem daí a história de não chamá-los por nome. “Falamos sempre aos tratadores para evitar, porque atrapalha o treinamento”.
Locais
Os macacos têm grandes chances de ser os primeiros a sair do zoo - provavelmente, vão para o sul do estado, mas ainda não há previsão, nem certeza. Tudo justamente porque, segundo Norberto, existem poucas iniciativas de estudo de áreas para soltura.
O que, para ele, isso não cabe ao zoo. “Estamos iniciando uma conversa com universidades, para que atentem para esse tipo de pesquisa e publiquem resultados”. Atualmente, um grupo da Escola de Medicina Veterinária da Ufba mantém, desde 2012, um projeto de soltura de araras aratingas - mas nenhum representante do programa foi localizado.
Porém, os animais vieram do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Enquanto isso, nenhum animal do Zoológico de Salvador já conseguiu seu passe livre. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que gerencia o zoo, também não tem projetos na área. “Por missão, teria que ter, mas estamos engatinhando para ter a estrutura adequada para estar aqui e ainda ter efetivo no campo”, explica Gerson Norberto.
Já o Ibama consegue devolver a maioria dos bichos. “Mas não temos uma equipe grande para estudos detalhados”, diz o coordenador do Cetas de Salvador, Joviano Cordeiro. Na maior parte dos casos, os bichos soltos são aves apreendidas em operações contra o tráfico.
Em setembro, o órgão deve soltar um tamanduá que vem sendo acompanhado desde o ano passado. Em 2013, 5 mil dos 6,7 mil bichos do Cetas foram libertados.
Fonte: Correio 24hs
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
PREPARE VOCE MESMO SEU DELICIOSO E SOFISTICADO LEITE VEGANO
Os
leites vegetais podem ser uma ótima opção alimentar e o melhor da
história: ao adotar novos leites em sua vida, você não vai sofrer por
falta de nutrientes. Pelo contrário, poderá ganhar em fibras, minerais e
saúde. Eis aqui alguns exemplos, existem muito mais opções, leite de
coco, inhame, etc....pesquise e verá.
Leite de castanha-de-caju
Sua principal função no organismo é proteger os vasos sanguíneos permitindo que toda a circulação do sangue flua melhor. Fornece proteínas e também diminui o colesterol.
Preparo: Um copo de castanhas para três a quatro de água. Bata, coe bem e obtenha quatro copos de saúde.
Leite de linhaça
A semente de linhaça fortalece a imunidade, pois é um alimento que apresenta substâncias bioativas, capazes de prevenir e tratar inúmeras doenças. Também diminui as triglicérides, reduz doenças cardíacas e é um antiinflamatório notável. Para os intestinos funcionarem bem, nada melhor do que utilizar a linhaça diariamente.
Preparo: Um copo de linhaça para quatro copos de água. Bata e coe três vezes em peneira fina. Dá três copos de leite.
Leite de amendoim
Protege o organismo da ação dos radicais livres e possui grande quantidade de proteínas. O óleo das sementes não é prejudicial, pois sua gordura não é saturada.
Preparo: O amendoim utilizado deve ser sem sal e sem casca. Deixe de molho um copo de grãos. Após mais ou menos 8 horas, bata-os no liquidificador com três a quatro copos de água filtrada ou mineral. Coe cerca de cinco vezes para obter quatro copos de leite puro. O amendoim é o leite que mais deixa resíduos.
Leite de nozes
Estamos falando das conhecidas "nozes de Natal" que podem ser consumidas em qualquer época do ano. As nozes, em geral, favorecem o aparelho respiratório. Sua gordura é facilmente metabolizada pelo organismo enquanto seu aspecto enrugado lembra o cérebro humano. Não por acaso, as nozes tonificam o sistema nervoso.
Preparo: Um copo repleto de nozes batidas com dois copos de água, sempre mineral ou filtrada, dá de três a quatro copos de um leite surpreendentemente saboroso!
Leite de quinoa
Comparada ao leite materno em valor nutritivo, a quinua é riquíssima em proteínas e, segundo os antigos incas, o alimento mais rico do planeta em aminoácidos e vitaminas.
Preparo: Coloque de molho por oito horas um copo de quinua em grãos. A seguir, bata no liquidificador com três copos de água filtrada ou mineral e coe por três vezes. Rende cerca de meio litro de leite.
Leite de sementes de abóbora
Verdadeira mina de ferro, fósforo e cálcio, combate anemia, ajuda na formação de glóbulos vermelhos, na oxigenação das células e na formação de ossos, músculos e cérebro. Limpa os intestinos e combate vermes. As sementes frescas são indicadas para náuseas e enjoos das gestantes.
Preparo: Para obter um litro desse néctar de saúde, separe um copo de sementes e deixe-as de molho por uma noite. De manhã, bata com três ou quatro copos de água filtrada. Coe bem.
Leite de aveia
A aveia é um cereal importante na alimentação dos diabéticos, pois contém fibras solúveis, que auxiliam no controle da glicemia. Protege o coração e a circulação contra a aterosclerose. É rica em cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B e por conter fibras, facilita o fluxo intestinal.
Preparo: Separe um copo de aveia em flocos. Hidrate em água por uma noite. Na manhã seguinte, bata com três a quatro copos de água, coe e obtenha um litro de leite.
Leite de gergelim
O gergelim é ótimo para os músculos e o cérebro. Tem muita proteína e ácido fólico, essencial na formação das células sanguíneas.
Preparo: Um copo de sementes de gergelim dá quatro copos de leite. Deixe as sementes de molho por oito horas e bata com quatro copos de água. O resíduo do gergelim batido pode virar um delicioso "queijelim". Acrescente azeite, sal, orégano e misture bem até atingir a consistência de corte.
Leite de girassol
Talvez sua principal propriedade seja a de ser um antioxidante poderoso, protegendo o organismo contra a poluição, o estresse e o envelhecimento precoce. É rico em proteínas e contém minerais como fósforo, cobre, ferro, zinco e vitaminas B6, E e K.
Preparo: As sementes de girassol utilizadas podem ser com ou sem casca. O importante é que não contenham sal. Deixe um copo de sementes pré-lavadas imersas em água por oito horas. Em seguida, bata no liquidificador com três a quatro copos de água filtrada. Coe bem para obter cerca de meio litro de leite "regado pelo sol"!
*Inúmeras opções de uso*
Também ficam ótimos com frutas secas como ameixa-preta (sem caroço), damascos e uva-passa. Uma boa opção é deixar as frutas secas de molho por algumas horas antes de acrescentá-las ao leite, para que fiquem mais macias e soltem com facilidade seu açúcar natural.
Lembrando que também pode ser utilizado em sopas, mingaus, assados,queijos veganos ou na confecção de pães, bolos e tortas.
— com Fabyana Fanucchi.
Leite de castanha-de-caju
Sua principal função no organismo é proteger os vasos sanguíneos permitindo que toda a circulação do sangue flua melhor. Fornece proteínas e também diminui o colesterol.
Preparo: Um copo de castanhas para três a quatro de água. Bata, coe bem e obtenha quatro copos de saúde.
Leite de linhaça
A semente de linhaça fortalece a imunidade, pois é um alimento que apresenta substâncias bioativas, capazes de prevenir e tratar inúmeras doenças. Também diminui as triglicérides, reduz doenças cardíacas e é um antiinflamatório notável. Para os intestinos funcionarem bem, nada melhor do que utilizar a linhaça diariamente.
Preparo: Um copo de linhaça para quatro copos de água. Bata e coe três vezes em peneira fina. Dá três copos de leite.
Leite de amendoim
Protege o organismo da ação dos radicais livres e possui grande quantidade de proteínas. O óleo das sementes não é prejudicial, pois sua gordura não é saturada.
Preparo: O amendoim utilizado deve ser sem sal e sem casca. Deixe de molho um copo de grãos. Após mais ou menos 8 horas, bata-os no liquidificador com três a quatro copos de água filtrada ou mineral. Coe cerca de cinco vezes para obter quatro copos de leite puro. O amendoim é o leite que mais deixa resíduos.
Leite de nozes
Estamos falando das conhecidas "nozes de Natal" que podem ser consumidas em qualquer época do ano. As nozes, em geral, favorecem o aparelho respiratório. Sua gordura é facilmente metabolizada pelo organismo enquanto seu aspecto enrugado lembra o cérebro humano. Não por acaso, as nozes tonificam o sistema nervoso.
Preparo: Um copo repleto de nozes batidas com dois copos de água, sempre mineral ou filtrada, dá de três a quatro copos de um leite surpreendentemente saboroso!
Leite de quinoa
Comparada ao leite materno em valor nutritivo, a quinua é riquíssima em proteínas e, segundo os antigos incas, o alimento mais rico do planeta em aminoácidos e vitaminas.
Preparo: Coloque de molho por oito horas um copo de quinua em grãos. A seguir, bata no liquidificador com três copos de água filtrada ou mineral e coe por três vezes. Rende cerca de meio litro de leite.
Leite de sementes de abóbora
Verdadeira mina de ferro, fósforo e cálcio, combate anemia, ajuda na formação de glóbulos vermelhos, na oxigenação das células e na formação de ossos, músculos e cérebro. Limpa os intestinos e combate vermes. As sementes frescas são indicadas para náuseas e enjoos das gestantes.
Preparo: Para obter um litro desse néctar de saúde, separe um copo de sementes e deixe-as de molho por uma noite. De manhã, bata com três ou quatro copos de água filtrada. Coe bem.
Leite de aveia
A aveia é um cereal importante na alimentação dos diabéticos, pois contém fibras solúveis, que auxiliam no controle da glicemia. Protege o coração e a circulação contra a aterosclerose. É rica em cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B e por conter fibras, facilita o fluxo intestinal.
Preparo: Separe um copo de aveia em flocos. Hidrate em água por uma noite. Na manhã seguinte, bata com três a quatro copos de água, coe e obtenha um litro de leite.
Leite de gergelim
O gergelim é ótimo para os músculos e o cérebro. Tem muita proteína e ácido fólico, essencial na formação das células sanguíneas.
Preparo: Um copo de sementes de gergelim dá quatro copos de leite. Deixe as sementes de molho por oito horas e bata com quatro copos de água. O resíduo do gergelim batido pode virar um delicioso "queijelim". Acrescente azeite, sal, orégano e misture bem até atingir a consistência de corte.
Leite de girassol
Talvez sua principal propriedade seja a de ser um antioxidante poderoso, protegendo o organismo contra a poluição, o estresse e o envelhecimento precoce. É rico em proteínas e contém minerais como fósforo, cobre, ferro, zinco e vitaminas B6, E e K.
Preparo: As sementes de girassol utilizadas podem ser com ou sem casca. O importante é que não contenham sal. Deixe um copo de sementes pré-lavadas imersas em água por oito horas. Em seguida, bata no liquidificador com três a quatro copos de água filtrada. Coe bem para obter cerca de meio litro de leite "regado pelo sol"!
*Inúmeras opções de uso*
Também ficam ótimos com frutas secas como ameixa-preta (sem caroço), damascos e uva-passa. Uma boa opção é deixar as frutas secas de molho por algumas horas antes de acrescentá-las ao leite, para que fiquem mais macias e soltem com facilidade seu açúcar natural.
Lembrando que também pode ser utilizado em sopas, mingaus, assados,queijos veganos ou na confecção de pães, bolos e tortas.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
BRASIL NA VANGUARA NANOTECNOLÓGICA PELA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
Brasileiros criam membrana que pode filtrar água do mar
14 de Julho de 2014 • Atualizado às 14h03
Um filtro capaz de separar o sal da água do mar foi desenvolvido por
pesquisadores do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
“Para fazer os poros, incluímos uma classe de moléculas conhecida como ‘cavitandos’ na matriz do polímero. Esses cavitandos são estruturas com uma cavidade central que permitem o trânsito de moléculas pequenas como a água por seus lúmens. Na filtragem da água do mar, o sal fica retido nessas estruturas”, explica o professor Gregóire Jean-François Demets, professor do Departamento de Química da FFCLRP.
A membrana pode ser fabricada com três tipos de polímeros: o Poliuretano (PU), Policloreto de Vinila (PVC) ou Fluoreto de Polivinilideo (PVDF), plásticos com características mais flexíveis. A filtragem da água do mar por meio desse sistema é simples e barata, pois não requer uma troca de fase para remover a água, nem obriga o processo a ter um equipamento auxiliar como aquecedores, evaporadores ou condensadores.
Além da dessalinização, o material tem outras aplicações, como separadores para baterias, purificação de gases ou curativo para queimados. O professor Demets ressalta que, apesar de não terem sido realizados testes para o cuidado da pele queimada, sabe-se do potencial da membrana para esse uso. “Ela garante a troca gasosa no processo de regeneração, impede a entrada de bactérias e fungos e a perda de grandes quantidades de água, comum em pessoas com grandes queimaduras”.
Além do baixo custo, as membranas semipermeáveis são laváveis, recicláveis, resistentes a produtos químicos e possuem flexibilidade.
O processo de patente da tecnologia já foi realizado pela Agência USP de Inovação e agora está disponível para licenciamento ou parceria com a USP para desenvolvimento industrial e comercialização. Para ver a matéria completa, clique aqui.
O filtro é uma membrana semipermeável feita de folhas poliméricas com poros minúsculos (por isso classificado como um nanofiltro), que retém o sal no processo de filtragem.
“Para fazer os poros, incluímos uma classe de moléculas conhecida como ‘cavitandos’ na matriz do polímero. Esses cavitandos são estruturas com uma cavidade central que permitem o trânsito de moléculas pequenas como a água por seus lúmens. Na filtragem da água do mar, o sal fica retido nessas estruturas”, explica o professor Gregóire Jean-François Demets, professor do Departamento de Química da FFCLRP.
A membrana pode ser fabricada com três tipos de polímeros: o Poliuretano (PU), Policloreto de Vinila (PVC) ou Fluoreto de Polivinilideo (PVDF), plásticos com características mais flexíveis. A filtragem da água do mar por meio desse sistema é simples e barata, pois não requer uma troca de fase para remover a água, nem obriga o processo a ter um equipamento auxiliar como aquecedores, evaporadores ou condensadores.
Além da dessalinização, o material tem outras aplicações, como separadores para baterias, purificação de gases ou curativo para queimados. O professor Demets ressalta que, apesar de não terem sido realizados testes para o cuidado da pele queimada, sabe-se do potencial da membrana para esse uso. “Ela garante a troca gasosa no processo de regeneração, impede a entrada de bactérias e fungos e a perda de grandes quantidades de água, comum em pessoas com grandes queimaduras”.
Além do baixo custo, as membranas semipermeáveis são laváveis, recicláveis, resistentes a produtos químicos e possuem flexibilidade.
O processo de patente da tecnologia já foi realizado pela Agência USP de Inovação e agora está disponível para licenciamento ou parceria com a USP para desenvolvimento industrial e comercialização. Para ver a matéria completa, clique aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)

