sexta-feira, 4 de março de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
LIBERTAÇÃO ANIMAL
Por que não montar cavalos e tampouco apoiar esportes com cavalos?
- domingo, 13 setembro 2015 17:25
Um estudo feito pela Dra Lydia Tong indica que cavalos podem sentir mais dor do que humanos. O estudo demonstra que eles têm uma camada superior de pele mais fina com mais terminações nervosas e fibras sensoriais que os humanos.
Segundo estudos realizados pela Nevzorov Haute Ecole, um forte puxão no freio produz uma pressão de 300 kg / cm2, enquanto que uma pressão suave produz entre 80 e 150 kg / cm2.
Os cavalos que são feridos pelo freio, abrem a boca, fazendo gestos constantes de desconforto, mas quando eles mostram sintomas de dor são geralmente silenciados com um movimento mais apertado que fecha suas bocas silenciando sua dor e sua maneira de se expressarem.
Segundo Alexander Nevzorov em seu livro The Horse Crucified and Risen a baba grossa que sai da boca do cavalo ao usar o freio se deve ao fato de que há ressecamento na garganta do animal pois com o freio ele não consegue engolir saliva e que a baba grossa saindo da boca do animal indica que as glândulas parótidas estão lesadas. Ainda segundo Nevzorov a cervical e o sistema muscular dos equinos são lesados pelo puxão das rédeas.
Nevzorov explica que os freios se dividem em duas categorias os de ação trigeminal quando os ramos do nervo trigêmeo que passam ao longo dos ossos que formam a mandíbula inferior são escolhidos como principal ponto da inflição da dor e os de efeito dental pela qual as áreas dentais macias – as barras, os dentes (o primeiro e segundo pré-molares), língua, palato e gengivas são submetidos a uma influência dolorosa direta, isto é, à dor direta que atua sobre os nervos palatais menores, os ramos dos nervos maxilares, o nervo sublingual, os nervos alveolares e os nervos faciais.
Nevzorov explica que : “O freio com ação trigeminal é baseado mais na intimidação. O cavalo, sendo uma criatura de fenomenal inteligência, vai sempre se lembrar do tipo de mina plantada em sua boca pelo homem. Esse freio não causa uma dor cruel contínua, mas inflige somente, vez por vez , uma injeção curta dessa dor no cérebro e na consciência do equino”. Ele também explica que “O freio de hoje de modo algum se pode distinguir do ferro de séculos passados. A mesma peça bucal monolítica do freio é plantada no arco do palato do equino, nós ainda apertamos a mesma corrente que causa dolorosa paralisia com a pressão forte sobre o nervo trigêmeo.”
Segundo Nevzorov “O cavalo, para sua infelicidade, foi criado de tal modo que ele pode disfarçar qualquer dor, exceto a mais insuportável, até o fim, sem demonstrá-la de modo algum, e esforçando-se por não apresentar qualquer mudança em seu comportamento externo. E que “Disfarçar um mal é um dos seus instintos mais profundos e primitivos, que não desapareceu completamente nos milênios da assim chamada doma.” Ele explica que o cavalo tem esse instinto pois na natureza ao demonstrar dor, fraqueza ou uma enfermidade ele se condena a ser devorado por predadores ou a ser rebaixado na escala hierárquica do seu rebanho.
Nevzorov explica que o freio atua sobre o diastema, o espaço sem dentes das gengivas em vertebrados, pois é no diastema que está localizada a parte mais sensível do nervo trigêmeo e que nessa área não há uma camada submucosa que o possa proteger dos impactos da pressão do ferro. O nervo é super sensível. O ferro pressiona e impacta exatamente nesse ponto causando no animal uma dor aguda, queimante e paralisante.
Um experimento científico realizado pelo Dr. Robert Cook provou que o freio é a causa de mais de 200 problemas comportamentais em equinos que são montados ou usados para tração. E que ele é também a causa de 40 diferentes doenças.
As ferraduras prejudicam a circulação sanguínea do cavalo pois o casco descalço bombeia cerca de 4 litros de sangue a cada 20 passos, colaborando com o coração. Em um casco com ferradura essa função é reduzida em 75%.
Além disso a ranilha (zona córnea, macia e flexível localizada no interior do casco), funciona como um amortecedor cada vez que ela toca o chão. Ela absorve impactos protegendo as articulações, tendões e ligamentos. Com a ferradura, se impede o contato com o solo, deixando o casco praticamente sem amortecimento. Quando os cascos estão com ferraduras, se limita suas funções sacrificando o bem estar do cavalo.
A ferragem também significa que se insiram pregos nos cascos, que enfraquecem a estrutura e podem causar a separação das lâminas, causando dor e, com o passar do tempo, insensibilidade. Além disso, abrem espaço para bactérias e possíveis infecções. Apenas o peso da ferradura (650 gr por casco) limita a flexão do animal a cada passo danificando ligamentos e tendões.
Nos esportes equestres os cavalos além de sofrerem os mesmos danos que aqueles que são montados por lazer sofrem ainda sofrem outros danos. Eles correm o risco de sofrerem fraturas e existem vários casos de animais que morreram durante esses chamados “esportes”.
Aos 6 meses de idade os cavalos são separados de suas mães para irem com outros potros para a supervisão de uma égua com maior experiência e idade avançada. A partir daí, sua vida passa de estar em um pasto ou cercado para ser isolado de outros cavalos em uma cocheira para que eles se acostumem, da mesma forma que terão que se acostumarem no futuro a serem trancados em uma van e a viajar quilômetros e quilômetros de exposição a exposição ou de competição a competição.
Dos “seletos” grupos de cavalos usados em esportes equestres e rodeios, apenas uma minoria é selecionada. Se as lesões não marcaram suas vidas significando seu sacrifício, e para ter o maior lucro possível, tornam-se garanhões ou reprodutores, montando éguas que são usadas como máquinas de reprodução, com gestações constantes e cujos partos quase não conseguem suportar, para dar à luz a um potro que depois será vendido.
Os garanhões e as éguas reprodutoras são tratados como meras máquinas de gerar dinheiro. Os garanhões ficam confinados em baias ou em cercados individuais sem a companhia de outros animais, só entrando em contato com as fêmeas que os criadores de cavalos querem que se acasalem com eles e somente no momento do acasalamento, a vida deles é uma vida de solidão. Os garanhões muitas vezes são prostituídos para outros haras, os haras leiloam coberturas dos machos e eles são transportados até outros haras para acasalar com fêmeas reprodutoras e depois são transportados de volta ao haras de origem, todos esse transporte gera estresse ao animal. Muitos garanhões têm uma morte prematura devido ao confinamento e a todo o estresse que têm que suportar.
Durante o treinamento e nas competições, equinos de todas as idades podem sofrer lesões musculoesqueléticas dolorosas, como rompimento de ligamentos e tendões, articulações deslocadas e ossos fraturados. O esforço que eles têm que fazer em competições pode causar hemorragia pulmonar, úlcera de estresse e ataque cardíaco.
Por muitos anos, havia uma opinião que hemorragia pulmonar afetava só puros-sangue, mas agora podemos ver, que pode afetar qualquer cavalo fazendo exercícios rápidos ou intensos, incluindo corridas, salto, polo, prova dos 3 tambores, prova das 6 balizas, prova de rédeas, provas de atrelagem, corridas de sulky, provas de montaria, vaquejadas, team penning, prova do laço, corridas de charretes e qualquer outra prova onde o cavalo tenha que fazer esforço.
“Diz-se que a equitação envolve a união do homem com o cavalo. É ensinada como algo natural e tão agradável para ambos, sem levar em conta que os equinos não escolheram estar naquele lugar; eles não decidem ter esse tipo de relacionamento com os seres humanos, mas desde pequenos foram forçados a se curvar.”
Alguns instrumentos além do freio e das ferraduras usados em vários esportes esquestres:-Esporas:
As esporas são objetos pontiagudos ou não, acoplados às botas dos competidores, servindo para golpear o animal na cabeça, pescoço e baixo-ventre. Sem fundamento o argumento de que as esporas rombas (não pontiagudas) não causam danos físicos nos animais, pois visa-se golpear o animal e, portanto, com ou sem pontas, as esporas machucam o animal, normalmente provocando cortes na região cutânea e perfuração no globo ocular.
-Chicote:
O chicote é causa de muitos ferimentos. A pele do cavalo tem sua estrutura anatômica e fisiológica que é muito delicada e consiste de glândulas sudoríparas, os músculos da pele, vasos sanguíneos e nervos. É por isso que é extremamente sensível a lesões. Usando um chicote, mesmo sem uma grande força, se faz ferida na pele do cavalo. Por causa da pigmentação e da pele esses hematomas são invisíveis ao olho, no entanto eles existem. Usar um chicote com uma força maior causa ferimentos graves — cortes e danos de tecidos mais profundos como fáscias, vasos sanguíneos e fibras musculares. A lesão também está relacionada com a umidade da pele e a pelagem dos animais. Cavalos que estão cobertos de suor ou que estão tosados podem ser gravemente feridos, mesmo com o uso mais leve do chicote.
-Sedém:
-Barrigueira:
Pode causar ferimentos.
-Cilha, Recuadeira, Coalheira:
Podem causar ferimentos.
-Sela:
Restringe o fluxo sanguíneo do animal.
Em esportes de verdade ambas as partes aceitam participar, o cavalo não aceitou participar de nenhum esporte, portanto a exploração deles e de outros animais não poderia nem mesmo ser considerada como esporte. Além de tudo isso a partir do momento que alguém usa um animal seja para o que for e/ou coloca um preço na vida dele e/ou ganha dinheiro as custa dele é exploração animal e exploração animal tem que ser abolida. Os animais não existem para nos servir e eles não são mercadorias.
”Naturalmente, nem fisiologicamente, nem anatomicamente, nem psicologicamente um único cavalo desejou ter alguém sentado em sua coluna vertebral e medula espinhal cerebral para perturbar a biomecânica natural de seus movimentos, seu equilíbrio orgânico natural e sensação de liberdade. ” -Alexander Nevzorov
Fontes:
The horse crucified and risen de Alexander Nevzorov: http://
Obs: Alexander Nevzorov aparece montando um cavalo na capa do livro pois a foto foi tirada na época ele ainda não sabia que isto causava danos a eles, quando começou a fazer pesquisas Nevzorov primeiramente ficou sabendo dos danos que os freios causam e por isso começou a montar sem freios ao saber que mesmo sem freios os animais ainda sofrem danos ao serem montados ele parou de montar. Nevzorov não treina mais animais em sua escola ao invés disso ele e sua esposa agora ensinam anatomia, fisiologia e como cuidar de equinos e ter uma covivência harmoniosa com eles, Nevzorov não é mais a favor de reproduzir cavalos em cativeiro, ele acredita que a geração atual de equinos devem ter vidas tranquilas e protegidas e que as próximas gerações de equinos selvagens nascida deve continuar a viver como a natureza pretende. (Fontes: http://
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Aprenda a fazer ginger ale, o refrigerante de gengibre, que combate dores e estimula o metabolismo
INGREDIENTES
- , o refrigerante de gengibre, que
combate dores e estimula o metabolismoO gengibre é conhecido por sua
capacidade de reduzir dor muscular e dor nas costas. Ele também funciona
como um agente anti-inflamatório, porque tem alto teor de compostos
naturais chamados gingeróis.Existem muitos estudos afirmando que o
gengibre pode reduzir a dor causada pela artrite e a dor muscular
crônica.Uma das formas de consumir o gengibre e se beneficiar com ele é
bebendo o seu delicioso refrigerante.Sabia que existe refrigerante de
gengibre?O ginger ale é um refrigerante à base de gengibre e é bastante
refrescante. Ele é muito popular nos Estados Unidos.É ideal para ser
tomado em pequenas quantidades, acompanhando refeições ou como um
isotônico após atividades físicas.Por ser de gengibre, ele também ajuda a
acelerar o metabolismo. O ginger ale também é indicado para
desintoxicação do organismo, além de ser considerado um poderoso
anti-inflamatório, anticoagulante, antioxidante e bactericida.Aqui está a
receita do ginger ale:INGREDIENTES1 xícara de gengibre com a casca
cortado em rodelas finas3 pedaços grandes de casca de limão1 ou 2 grãos
de pimenta-preta1 ou 2 grãos de pimenta-da-jamaica (opcional)2 xícaras
de águaAçúcar mascavo a gostoÁgua mineral com gás para completar a
bebida
MODO DE PREPARO
- MODO DE FAZERCozinhe o gengibre em duas xícaras de água e deixe
ferver por meia hora.Coe.Volte o líquido à panela e acrescente todos os
outros ingredientes com exceção da água com gás.Ferva por cinco
minutos.Tire do fogo e deixe descansar por duas horas.Coe.Este xarope é a
base do ginger ale e você pode guardá-lo por um longo período na
geladeira.Encha um terço de um copo com esse xarope e complete com a
água com gás.Está pronto o ginger ale.Tome bem gelado e, se quiser, use
folhas frescas de hortelã para enfeitar.
Via: Cura pela Natureza
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
SeguNda se carNe
Culinária

Segunda sem carne: Aprenda a fazer o Escondidinho Colorido
A campanha “Segunda sem carne” foi criada para incentivar a população a reduzir o consumo de alimentos de origem animal.
7 de dezembro de 2015 • Atualizado às 09 : 36
7 de dezembro de 2015 • Atualizado às 09 : 36
O CicloVivo apoia esta causa e em todas as segundas-feiras divulgamos uma receita prática sem carne, para incentivar os nossos leitores a experimentarem novos pratos e conhecerem mais opções culinárias.
O prato de hoje é: Escondidinho colorido
Ingredientes para o purê de mandioquinha:
– 500g de mandioquinha cozida e amassada*
– 2 dentes de alho
– Azeite
– Água
– Sal
Modo de fazer:
Refogue o alho no azeite, quando dourar acrescente a mandioquinha e mexa bem. Coloque aos poucos a água até dar ponto de purê, verifique o sal e reserve.
Ingredientes para o purê de brócolis:
– 500g de brócolis cozido e processado com um mix ou liquidificador
– 2 dentes de alho
– Azeite
– Água
– Sal
Modo de fazer:
Refogue o alho no azeite, quando dourar acrescente os brócolis e mexa bem. Coloque aos poucos a água até dar ponto de purê, verifique o sal e reserve.
Ingredientes para o recheio:
– 1 e 1/2 xícara de chá de proteína texturizada de soja
– 1 cebola picadinha
– 5 dentes de alho picados
– Azeitonas picadas a gosto
– Cheiro verde a gosto
– Curry a gosto
– Açafrão a gosto
– Colorau a gosto
– Azeite
– Sal
Modo de fazer:
1 – Hidrate a proteína de soja, retire a água e reserve.
2 – Refogue o alho no azeite, quando dourar acrescente a cebola, espere murchar.
3 – Acrescente a proteína de soja previamente hidratada, o curry, o açafrão e o colorau, mexa bem.
4 – Coloque as azeitonas e verifique o sal, desligue e acrescente o cheiro verde, reserve.
Como montar:
1 – Em um refratário untado acrescente uniformemente o purê de brócolis.
2 – Espalhe a proteína de soja refogada por todo o purê e cubra com o purê de mandioquinha.
3 – Leve ao forno em fogo alto para gratinar por aproximadamente 25 minutos.
Vida Sustentável

9 benefícios da banana
A banana é um alimento prático, saudável e altamente nutritivo.
6 de maio de 2015 • Atualizado às 10 : 18
6 de maio de 2015 • Atualizado às 10 : 18
9 benefícios da banana
A banana é um alimento prático, saudável e altamente nutritivo. Muitos atletas costumam consumir essa fruta antes, durante e depois dos treinos. Mas, os benefícios à saúde não se restringem a quem pratica uma atividade física. Veja abaixo uma lista com dez benefícios da banana:
1. Sistema nervoso
2. Anemia
A banana contém muito ferro, que estimula a produção de hemoglobina. Portanto, incluir o seu consumo na dieta é uma forma eficiente de ajudar a combater a anemia.
3. Recuperação muscular
A banana sempre foi famosa por ajudar a evitar as câimbras. Isso acontece porque esta fruta contém magnésio, que ajuda a relaxar os músculos, a transportar energia e também auxilia a síntese de proteínas.
4. Melhora no humor
Outro componente da banana é o Trypotophan, um aminoácido precursor da serotonina. Ele está diretamente relacionado aos processos bioquímicos de humor e sono. Assim, ela ajuda a combater problemas emocionais e também reduzir o estresse.
5. Ajuda a emagrecer
Além de ser rica em fibras, que regulam o fluxo intestinal. A banana também proporciona a sensação de saciedade. Portanto, ela é ideal para ser consumida entre as refeições. Um alimento nutritivo e bom baixo teor calórico.
6. Disposição física e mental
A banana possui três tipos de açúcares naturais: frutose, sacarose e glicose, isso faz com que os estoques de energia do corpo sejam regulados. Dessa forma, o cansaço físico e mental é reduzido.
7. Combate ao fumo
Quem deseja parar de fumar pode ter a banana como um importante aliado. As vitaminas presentes em sua composição, o potássio e o magnésio, ajudam o corpo a recuperar e suprir a falta da nicotina no organismo.
8. Controle da pressão arterial
O potássio ajuda a reduzir naturalmente a quantidade de sódio no corpo. Por conta disso, a banana pode ajudar a combater a pressão alta e também o risco de derrames e enfartos.
9. Acabar com a ressaca
Por atuar diretamente no sistema digestivo, a banana acalma o estômago. Quando misturada a outros alimentos, como o mel e o leite, o efeito de alívio no dia após a bebedeira pode ser ainda mais eficiente. A dica é fazer uma vitamina de banana e mel, ao invés de apelar para os remédios.
Redação CicloVivo
domingo, 13 de dezembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Sustentabilidade Progressiva
Fatos Desconhecidos
Os agricultores da Indonésia introduziram peixes à seus cultivos de arroz em solo alagado. As fezes dos peixes atuam como fertilizantes, e os próprios peixes comem insetos e pragas que possam vir a prejudicar a plantação, além de melhorar a oxigenação da água. A produção melhora em mais de 10% com a técnica.
domingo, 25 de outubro de 2015
sábado, 10 de outubro de 2015
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